Conteúdos: Para quê? Por quê?
Esse texto das Professoras Beatriz C Magdalena e Iris Elisabeth Tempel Costa, nos remete á nossa prática diária como educador, não somente os de sala de aula, mas também todos nós que de uma certa forma contribuímos para a educação de nossos alunos. Eu mesmo, hoje na sala informatizada, me deparo com situações em que o aluno vem buscar respostas prontas na internet, sem ao menos discuti-las, utilizando-se da ferramenta de "copiar e depois colar".
Na época em que eu atuava na sala de aula como Professor de Matemática ( e isso nem faz tanto tempo assim, aproximadamente 3 anos ), ainda insistia no "bom e velho" método tradicional de dar aulas, em que exposições de conteúdos, com cobranças através de provas e/ou trabalhos, se tornavam frequentes. Mas o dilema se dava justamente quando eu preparava uma aula diferente do tradicional, pois justamente os alunos eram os que mais ironizavam tal atitude, achando aquele método como algo para "matar aulas ". Isso tinha como consequencia direta a minha inquietação, já que saindo do tradicional não agradava, voltamos para ele. E assim se repetia sucessivamente a cada nova tentativa de mudança.
Mas, de uma certa forma, não me arrependo de tais "métodos inovadores", pois hoje vejo que persistir na mudança é a saída para muitos dos problemas existentes no atual cenário da educação brasileira. Precisamos discutir constantemente as nossa práticas diárias e aproveitarmos ao máximo o espaço da sala de aula para realizarmos tais mudanças, tão necessárias nos dias de hoje.
Na época em que eu atuava na sala de aula como Professor de Matemática ( e isso nem faz tanto tempo assim, aproximadamente 3 anos ), ainda insistia no "bom e velho" método tradicional de dar aulas, em que exposições de conteúdos, com cobranças através de provas e/ou trabalhos, se tornavam frequentes. Mas o dilema se dava justamente quando eu preparava uma aula diferente do tradicional, pois justamente os alunos eram os que mais ironizavam tal atitude, achando aquele método como algo para "matar aulas ". Isso tinha como consequencia direta a minha inquietação, já que saindo do tradicional não agradava, voltamos para ele. E assim se repetia sucessivamente a cada nova tentativa de mudança.
Mas, de uma certa forma, não me arrependo de tais "métodos inovadores", pois hoje vejo que persistir na mudança é a saída para muitos dos problemas existentes no atual cenário da educação brasileira. Precisamos discutir constantemente as nossa práticas diárias e aproveitarmos ao máximo o espaço da sala de aula para realizarmos tais mudanças, tão necessárias nos dias de hoje.

